quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Felicidade...
Felicidade..,.
...algo, que se conquista.
...algo, que se vive.
...algo, bom.
...algo, que nos realiza.
E algo que se aprende...
Sim, a felicidade aprende-se. A partir do momento em que existimos, estamos todos geneticamente codificados para ser felizes. Contudo os genes, sem um processo de aprendizagem e evolução, não surtem o efeito desejado, e em vez de fazerem de nós seres felizes, põe-nos a chorar a nossa ausência de felicidade.
Quando estimulados, estes genes aprendem o que é a felicidade. Ao longo de um grande processo de estimulação, impulsionado pelas emoções das nossas vivências diárias, os genes evoluem. Aí, começam a mostrar-nos a vida de uma forma mais alegre. Passamos a pensar mais positivo e a ir à luta, ao invés de seguirmos o simples e infeliz caminho do conformismo.
A relação dos nososs genes com a sociedade é como um catalizador para este processo de aprendizagem... É na sociedade que fazemos amigos, conhecemos pessoas, partilhamos ideias, sentimentos,sonhos,espectativas. Aprendemos a sonhar, a desejar, a competir, a lutar, a vencer e a perder. E sonhamos, lutamos e por fim, vemos o nosso objectivo alcançado, e realizamo-nos num momento de felicidade.
Mas nem sempre a felicidade chega a nós por meios comuns. Algo desconhecido pode fazer-nos felizes num momentos inesperado, tal como o que nos faz felizes hoje, amanhã pode fazer-nos sentir o oposto.
Assim, aprendendo a ser feliz, compreendemos, também, a importãncia da escolha entre o caminho que nos faz feliz, e o caminho que deixa a nossa felicidade por mãos alheias..
Por isso, luta...sê feliz...e se já estás farto de procurar e não encontras nada é porque andas à procura no sítio errado. Antes de ires à descoberta, tens que encontrar primeiro a felicidade que existe dentro de ti...
...algo, que se conquista.
...algo, que se vive.
...algo, bom.
...algo, que nos realiza.
E algo que se aprende...
Sim, a felicidade aprende-se. A partir do momento em que existimos, estamos todos geneticamente codificados para ser felizes. Contudo os genes, sem um processo de aprendizagem e evolução, não surtem o efeito desejado, e em vez de fazerem de nós seres felizes, põe-nos a chorar a nossa ausência de felicidade.
Quando estimulados, estes genes aprendem o que é a felicidade. Ao longo de um grande processo de estimulação, impulsionado pelas emoções das nossas vivências diárias, os genes evoluem. Aí, começam a mostrar-nos a vida de uma forma mais alegre. Passamos a pensar mais positivo e a ir à luta, ao invés de seguirmos o simples e infeliz caminho do conformismo.
A relação dos nososs genes com a sociedade é como um catalizador para este processo de aprendizagem... É na sociedade que fazemos amigos, conhecemos pessoas, partilhamos ideias, sentimentos,sonhos,espectativas. Aprendemos a sonhar, a desejar, a competir, a lutar, a vencer e a perder. E sonhamos, lutamos e por fim, vemos o nosso objectivo alcançado, e realizamo-nos num momento de felicidade.
Mas nem sempre a felicidade chega a nós por meios comuns. Algo desconhecido pode fazer-nos felizes num momentos inesperado, tal como o que nos faz felizes hoje, amanhã pode fazer-nos sentir o oposto.
Assim, aprendendo a ser feliz, compreendemos, também, a importãncia da escolha entre o caminho que nos faz feliz, e o caminho que deixa a nossa felicidade por mãos alheias..
Por isso, luta...sê feliz...e se já estás farto de procurar e não encontras nada é porque andas à procura no sítio errado. Antes de ires à descoberta, tens que encontrar primeiro a felicidade que existe dentro de ti...
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
:
Eu sou exatamente o que quero ser:minha maior incógnita!
É desnecessário eu saber por onde ando, já que não me procuro...
Não tenho pretensões em ser normal, nem tampouco, previsível.
Não quero marcas, rótulos, títulos...eu quero a liberdade de ser o que quiser e quando quiser.
Quero estar onde me chama o instinto...sem explicações, sem preocupações.
Não quero impressionar, nem causar...só quero ser!
Explicar-me talvez seja confuso demais e eu posso mudar no instante seguinte...
Não me comprometo com o tempo, nem com o destino...
Os vejo passarem...e eu simplesmente vou!
É mais simples, é mais sutil e menos complicado...respeito o rumo que a vida me leva!
É tão fácil ser o que se é...basta ser!
Sim...sou minha maior incógnita...
Deliciosamente sem lógica!
(Mell Glitter)
É desnecessário eu saber por onde ando, já que não me procuro...
Não tenho pretensões em ser normal, nem tampouco, previsível.
Não quero marcas, rótulos, títulos...eu quero a liberdade de ser o que quiser e quando quiser.
Quero estar onde me chama o instinto...sem explicações, sem preocupações.
Não quero impressionar, nem causar...só quero ser!
Explicar-me talvez seja confuso demais e eu posso mudar no instante seguinte...
Não me comprometo com o tempo, nem com o destino...
Os vejo passarem...e eu simplesmente vou!
É mais simples, é mais sutil e menos complicado...respeito o rumo que a vida me leva!
É tão fácil ser o que se é...basta ser!
Sim...sou minha maior incógnita...
Deliciosamente sem lógica!
(Mell Glitter)
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O que importa....
"O que importa é quem sou agora!
O que fui ontem e anteontem já é memória.
Escada vencida degrau por degrau.
Minhas decisões valem para agora.
O que fui ontem e anteontem já é memória.
Escada vencida degrau por degrau.
Minhas decisões valem para agora.
Hoje é o meu dia, nenhum outro!"
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
All night long
São estas noite,fantásticas, que dão sentido à nossa vida...
Amigos que ficam, histórias que se vivem....
sábado, 5 de fevereiro de 2011
=)=)=)
- " Tu nunca viste a minha base a abanar"
- " Se não fosse por nada"
- "slowsvoski rmaeslovist kjiolodvid"
São este tipo de saidas que se tem numa noite como a ilustrada como a imagem. Sobe o interesse, desce o nivel da conversa....
Noite únicas, fantásticas...
- " Se não fosse por nada"
- "slowsvoski rmaeslovist kjiolodvid"
São este tipo de saidas que se tem numa noite como a ilustrada como a imagem. Sobe o interesse, desce o nivel da conversa....
Noite únicas, fantásticas...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
ELOGIO AO AMOR - Miguel Esteves Cardoso in Expresso
.Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.
Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
.
Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.
Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Bem, tenho andando um bocadinho ausente, mas isto de mudança de casa, arrumações e afins, não me tem pertido perder o meu tempo por aqui, nem tenho andado propriamente inspirada...
Hoje ja chegou o meu sofa, agora ´já me posso sentar aqui a bloggar e a tricotar (aquela gola fui eu que fiz) =)
Bem, de resto tudo indo, a vida vai optima e sem novidades.
Bjinhu*
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Num desejo
de um so beijo
numa simples emoçao
num ardor
de uma batida mais forte
do coraçao
eis que surge
o amor
com fervor
e paixao
entre duas pessoas
dois seres
diferentes
mas que se juntam
num sentimento
sem racionalidade
nem explicaçao
por vezes inconstante
e pensar
que basta um olhar
nem é preciso sequer falar
para isto acontecer
de um so beijo
numa simples emoçao
num ardor
de uma batida mais forte
do coraçao
eis que surge
o amor
com fervor
e paixao
entre duas pessoas
dois seres
diferentes
mas que se juntam
num sentimento
sem racionalidade
nem explicaçao
por vezes inconstante
e pensar
que basta um olhar
nem é preciso sequer falar
para isto acontecer
basta so mesmo um olhar...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Ora bem.
Pois parece que é verdade e este ano tenho uma lista interminavel de prendas para pedir ao pai natal...
Uma vez, que estamos em tempos de crise, e o pai natal, pode não andar muito generoso, vou deixar aqui algumas ideias para quem quiser ajuda o pai natal a fazer-me feliz, e também para que o proprio pai natal, se recorde mais uma vez dos meus desejos....
- vassoura
- pá
- esfregona
- colheres de pau
- facas
- copos
- almofadas
- balde
- escorredor para a louça
- candeeiros
- tapetes
- etc.......
=)
Pois parece que é verdade e este ano tenho uma lista interminavel de prendas para pedir ao pai natal...
Uma vez, que estamos em tempos de crise, e o pai natal, pode não andar muito generoso, vou deixar aqui algumas ideias para quem quiser ajuda o pai natal a fazer-me feliz, e também para que o proprio pai natal, se recorde mais uma vez dos meus desejos....
- vassoura
- pá
- esfregona
- colheres de pau
- facas
- copos
- almofadas
- balde
- escorredor para a louça
- candeeiros
- tapetes
- etc.......
=)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Identifico-me
Nunca te esqueças de mim.... Porque eu nunca me esquecerei de ti....!!!
Porque eu não sou capaz... Capaz de fugir dos meus medos..
Porque eu não sou capaz... Capaz de ser feliz sem te ter aqui...
Porque eu não sou capaz... Capaz de esconder os meus sentimentos....
Porque eu não sou capaz... Capaz de esquecer o que senti por ti...
Porque quem esqueçe nao chora... Mas como eu nao esqueço choro...
Queria dizer-te tanto e ao mesmo tempo nada....
Queria saber se sentes falta de mim como eu de ti...
Como esquecer esse teu olhar tao prefundo e sincero a olhar para mim...
Queria ouvir algo vindo de ti...
Queria sentir que ainda tas ai....
Queria saber que nao te sou indiferente... Para seguir enfrente...
Serei capaz de perdoar quem não pensou em mim...
Sempre esta dúvida que atormenta o que resta de mim...
Ainda sinto a tua presença ou talvez a dor da tua indiferença...
Passo o tempo a temer eu não quero sofrer...
A dor de sentir que perdi...
Nao te vou dizer que nao sofro.... Porque ai estatria a mentir...
Nao te vou dizer que me es indiferente... Porque nao és...
Nao te vou dizer que nao penso em ti... Porque penso...
Passo o meu tempo sem saber porque é que chegou o fim....
Fecho os olhos e volto a sonhar... E peço para não voltar acordar...
Porque eu não sou capaz... Capaz de fugir dos meus medos..
Porque eu não sou capaz... Capaz de ser feliz sem te ter aqui...
Porque eu não sou capaz... Capaz de esconder os meus sentimentos....
Porque eu não sou capaz... Capaz de esquecer o que senti por ti...
Porque quem esqueçe nao chora... Mas como eu nao esqueço choro...
Queria dizer-te tanto e ao mesmo tempo nada....
Queria saber se sentes falta de mim como eu de ti...
Como esquecer esse teu olhar tao prefundo e sincero a olhar para mim...
Queria ouvir algo vindo de ti...
Queria sentir que ainda tas ai....
Queria saber que nao te sou indiferente... Para seguir enfrente...
Serei capaz de perdoar quem não pensou em mim...
Sempre esta dúvida que atormenta o que resta de mim...
Ainda sinto a tua presença ou talvez a dor da tua indiferença...
Passo o tempo a temer eu não quero sofrer...
A dor de sentir que perdi...
Nao te vou dizer que nao sofro.... Porque ai estatria a mentir...
Nao te vou dizer que me es indiferente... Porque nao és...
Nao te vou dizer que nao penso em ti... Porque penso...
Passo o meu tempo sem saber porque é que chegou o fim....
Fecho os olhos e volto a sonhar... E peço para não voltar acordar...
(não, não fui eu que escrevi..mas adorei e tive que partilhar...)
domingo, 21 de novembro de 2010
Porque é que as mulheres vao sempre as pares ao WC????
Esta é uma questão que atormenta a nossa sociedade desde há muito tempo. Eu, também não sei responder...
Mas, o facto é que ontem, numa discoteca, me deparei com este bonito cenário...
Sim, todos os cubiculos da casa de banho das senhoras, tinham duas sanitas!!! Tal situação deixou-me, a modos de que, a pensar...
Para que tal parelha???
Será para que as conversas de casa de banho posso evoluir para outros niveis de intimidade?????
Pois..deixo-vos a questão..
Mas, o facto é que ontem, numa discoteca, me deparei com este bonito cenário...
Sim, todos os cubiculos da casa de banho das senhoras, tinham duas sanitas!!! Tal situação deixou-me, a modos de que, a pensar...
Para que tal parelha???
Será para que as conversas de casa de banho posso evoluir para outros niveis de intimidade?????
Pois..deixo-vos a questão..
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
=)
Depois de um post deprimente escrito em maré de neura aqui vai um a dizer que hoje, neste momento, neste instante irradio felicidade =)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Eu e o meu eu
Era ali!
Sentada numa cadeira, num sitio calmo, frente ao mar, só eu e mais ninguém.
Era ali que me apetecia estar neste momento.
Estou com a neura!
Não, não é uma daquelas minhas neuras normais, do tipo TPM (que nem tenho). Não é daquelas que alguns de vocês conhecem. É daquelas que pouquisismos conhecem, e ainda bem. Sinal que não são muito comuns e que quando se abate sobre a minha pessoa, poucos levam com ela.
Não sei o que me apetece, já não conheço este eu, há tempos que não o via... Este eu que eu não gosto, resolveu bater hoje à porta, como uma visita indesejada a quem não abrimos, mas ouviu sons do outro lado e não consegui fingir que não estava. Entrou devagar e ficou...
Sei (tenho quase a certeza, ou assim espero) que este eu tão odiável vai fugir surrateiramente da minha cama durante a noite. Amanha, acordo sozinha, só e outra vez eu, e sem qualquer saudade da visita do meu eu, aquele que esteve de férias tanto tempo e que por lá poderia ter ficado...
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